SAC 11 5678-2326 |

perigot@perigot.com.br

Category Archives: Blog

Mercado Pet – Resultados de 2016 surpreendem o mercado Pet

Mercado Pet – Resultados de 2016 surpreendem o mercado Pet

Comac divulga dados finais do mercado de saúde de pequenos animais em 2016.

Em um período que grandes mercados sofreram momentos de recessão econômica, o segmento de saúde animal, especificamente o de cães e gatos, não foi diferente.

O mercado de saúde pet fechou o ano passado com um crescimento de 8% em relação a 2015. Este número representa uma freada histórica para o setor que vinha mantendo uma média de 18% em taxa composta de 2010 a 2015. “Vínhamos crescendo ano a ano a uma taxa alta, entretanto o ano de 2016 mercados sofreram momentos de recessão econômica, o segmento de saúde animal, especificamente o de cães e gatos, não foi diferente. O mercado de saúde pet fechou o ano passado com um crescimento de 8% em relação a 2015. Este número representa uma freada histórica para o setor que vinha mantendo uma média de 18% em taxa composta de 2010 a 2015. “Vínhamos crescendo ano a ano a uma taxa alta, entretanto o ano de 2016 representou um grande desafio para nós”, afirma Dr. Leonardo Brandão, médico-veterinário, coordenador do Infopet da Comac (Comissão de Animais de Companhia), do Sindan (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Saúde Animal) e também diretor da unidade de Negócios Pet da Ceva Saúde Animal.

Em 2016, o bom desempenho de algumas categorias de produtos como ectoparasiticidas (11,6%), endoparasiticidas (12%) e terapêuticos (21%) garantiu o crescimento no setor.

Com o mercado menos favorável, toda a cadeia (lojistas, distribuidores e indústrias) é desafiada a aprimorar sua capacidade de gestão, o que inclui corte de gastos, gestão de estoques e atenção às margens de lucro, por exemplo. “Um ano de dificuldades econômicas faz com que todos tenham que se esforçar mais e abre espaço para as melhores práticas gerenciais, o que traz mais qualidade ao setor”, complementa Brandão.

Apesar dos números desanimadores, este não é um mercado em involução, aliás, muito pelo contrário. Muito se tem falado sobre as infinitas oportunidades que o mercado pet proporciona, por conta do relacionamento cada vez mais próximo entre humanos e animais.

Hoje, o Brasil conta com a segunda maior população de cães e gatos do mundo. São 52 milhões de cães e 22 milhões de gatos, segundo dados do IBGE, e, ainda assim, poucos animais recebem medicamentos ou visitas regulares às clínicas veterinárias. E, por conta disso, a Comac e diversas instituições do setor estão sempre esforçando para conscientizar os tutores de seu papel nos cuidados com a saúde dos animais, que hoje são considerados parte da família.

Para este ano, a expectativa é de que o setor volte ao seu ritmo de crescimento acima de dois dígitos. “Em breve teremos dados substanciais de 2017 e conseguiremos traçar uma tendência mais assertiva para o mercado”, completa Brandão.

A Comac é uma entidade formada pelas principais empresas da área de saúde animal (nacionais e internacionais) com foco no mercado pet. Com os dados de faturamento das empresas, a organização extrai informações que, combinadas, geram os dados de crescimento do mercado como um todo e divulga estas informações, contribuindo para fomentar o conhecimento e as boas práticas de gestão no segmento.

 

Fonte: http://revistanegociospet.com.br/materias-mercado-pet/mercado-pet-resultados-de-2016-surpreendem-o-mercado-pet/

VEJA MAIS

Cães conseguem identificar quando uma pessoa não é legal

Nós sabemos bem o quanto os cachorros podem ser espertos e inteligentes e também já mostramos diversas pesquisas que mostram isso.

Agora, um novo estudo mostrou que os cães são capazes de reconhecer se uma pessoa é legal ou má. Mais especificamente, a pesquisa publicada na revista Neuroscience and Biobehavioural Reviews evidencia que estes animais são capazes de identificar quando uma pessoa está agindo de forma ruim e rude com outro ser humano.

Essas informações podem influenciar a forma como os cães vão responder aos humanos.

 

Para perceber isso, os responsáveis pelo estudo pediram que tutores atuassem em diferentes cenários com os próprios pesquisadores enquanto seus cães observavam. No teste, os tutores fingiram estar tendo dificuldade para abrir um recipiente.

No primeiro caso, enquanto um pesquisador permaneceu parado observando, outro pesquisador se ofereceu para ajudar o tutor. No segundo caso, um pesquisador ficou parado e observando e o outro se recusou, de forma enérgica, a ajudar.

Depois dessa fase de observação dos cães, os pesquisadores que participaram do teste ofereceram petiscos para os animais.

No primeiro caso, os cães foram propensos a aceitar os petiscos dados por ambos os pesquisadores. Mas, no segundo caso, onde os pesquisadores foram intencionalmente rudes, a maioria dos cães simplesmente ignorou o que os homens estavam ofertando, negando os petiscos.

Os cientistas concluíram que os cachorros são capazes de identificar se alguém não está sendo legal e está agindo de forma rude e até pode passar a ignorá-la, mesmo que ela lhe ofereça gostosuras.

Então, se o seu cachorro está ignorando pessoas específicas, fique atento e siga o instinto do seu animal, muito provavelmente aquelas pessoas não são bacanas.

 

Fonte: http://portaldodog.com.br/cachorros/curiosidades/caes-conseguem-identificar-quando-uma-pessoa-nao-e-legal/

VEJA MAIS

3 razões para você conversar mais com seu cachorro

Além de fazer bem para a saúde e ajudar nas relações humanas, conversar com cachorros também é muito bom para o animal e faz ele sentir ainda mais o seu afeto.

Além disso, uma pesquisa recente chegou à conclusão de que conversar com animais é uma forma de exercitar o cérebro e é um sinal de inteligência.

Quer mais motivos para conversar com o seu cachorro, pois nós vamos te dar mais três:

1 – Falar com cachorros ajuda na saúde e nas relações humanas

No caso dos idosos, a conversa com os cães ajuda com que eles se mantenham ativos e com a cabeça focada no presente. No caso das crianças, conversar com um cão pode ajudá-las a ter mais confiança. O cão sempre irá escutar a criança sem repreendê-la e sem fazer julgamentos.

Os cachorros também têm uma habilidade especial para obter a comunicação de algumas crianças que possuem certas condições que as tornam relutantes em interagir com os seres humanos, com aquelas que possuem autismo.

Conversar com um cão também pode ajudar a resolver conflitos internos e dar coragem para se abrir sobre certos assuntos. Incluir um cão na discussão pode adicionar humor e deixar o clima mais leve.

2 – Faz bem para o cachorro

Existem muitas maneiras de se relacionar com seu cachorro, porém, é comprovado que pessoas que conversam com seus animais estão mais intimamente ligadas a eles e tendem a ter um vínculo maior com o cão. Conversar com seu animal é uma forma de dar atenção a ele e também pode fazer com que ele sinta ainda mais o seu afeto por ele.

Além disso, os cães fazem grandes esforços para entender a fala humana e nossos gestos, por isso é justo que se tire um tempinho para conversar com seu cachorro. E tente conversar assim como você fala com outros humanos, com atenção e olhando para o animal. Fique atento também ao seu tom de voz na hora que for falar com seu animal, pois é através do seu tom que ele vai entender se você está feliz, animada ou com raiva.

3 – Os cães podem entender muito do que dizemos mesmo sem compreender as palavras

Ao se comunicar, o ser humano usa muito de linguagem corporal, além de ter um tom de voz diferente para certos assuntos. E isso os cães conseguem pegar de forma mais fácil.

Os cães possuem um alto nível de sensibilidade ao conteúdo emocional. Segundo pesquisas, seres humanos e cachorros usam a mesma área do cérebro para processar o significado emocional de certos padrões de fala.

 

Fonte: http://portaldodog.com.br/cachorros/listas/3-razoes-para-voce-conversar-mais-com-seu-cachorro/#

VEJA MAIS
Aumenta o número de hotéis que recebem cachorros no Brasil

Aumenta o número de hotéis que recebem cachorros no Brasil

Não é novidade que os brasileiros amam seus bichinhos de estimação e gostaria de levá-los para todos os lugares, principalmente os cachorros. Pensando nisso, muitos hotéis brasileiros estão investindo no mundo do pet-friendly e aceitando cachorros em suas instalações.

Nos últimos sete anos, o número de hotéis brasileiros que aceitam animais passou de 300 para 1200 unidades. E, alguns deles, além de autorizar a entrada dos bichinhos, criaram mimos especiais, como biscoitos de recepção, espaço para banho e tosa, piscinas exclusivas e até passeadores.

Do hotel mais caro ao hotel barato, todos possuem a opção de receber os pets com diversas opções de hospedagem. Em Minas Gerais, por exemplo, o e.Suítes Sion, da rede Vert Hotéis, e o Ramada Encore Virginia Luxemburgo, já recebem os pets, entre outros, assim como Monte Verde, no Sul de Minas, São Lourenço, no Circuito das Águas, e a histórica Tiradentes.

Além de pesquisar a entrada do seu cachorro nos sites dos principais hotéis, os amantes dos bichos podem procurar pacotes nas agências de turismo especializadas em pets ou em agências online, como o Decolar.com, que oferece muitas opções de hotéis que aceitam animais de estimação.

 

 

 

Fonte: http://d24am.com/plus/turismo/aumenta-o-numero-de-hoteis-que-recebem-cachorros-no-brasil/

VEJA MAIS
Como a evolução transformou os gatos em animais solitários

Como a evolução transformou os gatos em animais solitários

Quão difícil pode ser domar um gato?

Pergunte a Daniel Mills, professor de Veterinária comportamental na Universidade de Lincoln (Reino Unido). Em um estudo recente, Mills e sua colega Alice Potter comprovaram de modo científico o que já se sabia na prática: gatos são mais autônomos e solitários do que os cachorros.

Apesar de envolver a já famosa reputação dos gatos, executar essa pesquisa foi mais difícil do que poderia parecer.

“Eles são complicados se você quer que façam algo de uma certa maneira”, diz Mills. “Eles tendem a fazer o que querem.”

Donos de gatos do mundo inteiro irão concordar. Mas por que exatamente os gatos são tão relutantes em cooperar, seja entre si ou com humanos? Ou, perguntando de outra forma, por que tantos outros animais – domésticos ou selvagens – têm espírito de equipe?

A vida em grupo é comum na natureza. Pássaros formam bandos e peixes, cardumes. Predadores frequentemente caçam juntos. Até mesmo o leão, parente do gato doméstico, vive em grupo.

Para as espécies que são caçadas por outras, obviamente há uma estratégia de maior segurança em um bando. “Chama-se efeito de diluição”, diz o biólogo Craig Packer, da Universidade de Minnesota (EUA).

“Um predador só consegue matar um, e se há cem da mesma espécie isso reduz as chances de cada um deles ser pego para 1%. Mas se você estiver sozinho você será escolhido 100% das vezes.”

Zebras atravessam rio em grupo na África.

Animais em bando também se beneficiam do efeito “muitos olhos atentos”: quanto maior o grupo, é mais provável que alguém perceba um predador se aproximando. “E quanto mais cedo você detectar o predador, mais tempo tem para iniciar a fuga”, diz Jens Krause, da Universidade de Humboldt em Berlim, Alemanha.

Essa vigilância coletiva traz outras vantagens. Cada um pode gastar mais tempo e energia procurando por comida. E não se trata apenas de evitar predadores. Animais que socializam em grupos não precisam perambular em busca de companheiros, o que é um problema para espécies solitárias que vivem em territórios amplos.

Uma vez que se reproduzem, muitos animais que vivem em grupo adotam a máxima “é necessária uma aldeia inteira para criar uma criança”, com os adultos trabalhando em equipe para proteger ou alimentar os mais novos.

Em várias espécies de pássaros, como a zaragateiro-árabe de Israel, os pequenos permanecem em grupos de familiares até que eles estejam prontos para procriar. Eles dançam em grupo, tomam banho juntos e até trocam presentes entre si.

Princípio ‘Volta da França’

Viver em grupo também poupa energia. Os pássaros que migram juntos ou os peixes que vivem em cardumes se movimentam com mais eficiência do que os mais solitários.

É o mesmo princípio que os ciclistas da Volta da França utilizam quando formam um pelotão. “Os que estão mais atrás não precisam investir tanta energia para atingir a mesma velocidade de locomoção”, diz Krause.

Como pinguins e morcegos podem atestar, a vida pode ser mais calorosa quando se vive cercado de amigos.

 

Os pinguins-imperadores (Aptenodytes forsteri) se agrupam para suportar o frio.

Com tantos benefícios, pode parecer surpreendente que qualquer animal rejeite seus companheiros. Mas, como os gatos domésticos demonstram, a vida em grupo não é para todos. Para alguns animais, os benefícios da coletividade não compensam ter que dividir comida.

“Chega a um ponto em que se alimentar com outros indivíduos com grande proximidade reduz a sua quantidade de alimento”, diz John Fryxell, biólogo da Universidade de Guelph, no Canadá.

Um fator-chave para essa decisão é ter alimentação suficiente, o que depende de quanta comida cada animal precisa. E os gatos têm um gosto caro. Por exemplo, um leopardo come cerca de 23 kg de carne em poucos dias. Para gatos selvagens, a competição por alimentos é cruel, e por isso leopardos vivem e caçam sozinhos.

Há uma exceção à regra de felinos solitários: leões. Para eles, é uma questão territorial, diz Packer, que passou 50 anos de sua vida estudando os leões africanos. Alguns locais da savana têm emboscadas perfeitas para a caça, então controlar esse lugar resulta em uma vantagem significativa em termos de sobrevivência.

“Isso impõe sociabilidade porque você precisa de equipes para dominar seu bairro local e excluir outros times. Assim, o maior time vence”, diz Packer.

O que torna essa vida em grupo possível é que a presa de um único leão – um gnu ou uma zebra – é grande o bastante para alimentar várias fêmeas de uma vez só. “O tamanho da caça permite que eles vivam em grupos mas é a geografia o que realmente os leva a viver em grupos”, diz Packer.

Não é a mesma situação dos gatos domésticos, já que eles caçam animais pequenos. “Eles vão comê-lo inteiro”, diz Packer. “Não há comida o suficiente para dividir.”

Gatos comem um rato inteiro por vez, sem possibilidade de dividir.

Domesticação

Essa lógica econômica está tão integrada ao comportamento dos gatos que parece improvável que até mesmo a domesticação tenha alterado essa preferência fundamental por solidão.

Isso é duplamente verdade quando você leva em consideração o fato de que os humanos não domesticaram os gatos. Em vez disso, em seu próprio estilo, os gatos domesticaram a si mesmos.

Todos os gatos domésticos são descendentes dos gatos selvagens do Oriente Médio (Felis silvestris), o “gato-do-mato”. Os humanos não coagiram esses gatos a deixar as florestas: eles mesmos se convidaram a entrar nos alojamentos de humanos, onde havia uma quantidade ilimitada de ratos ao seu dispor.

A invasão a essa festa de ratos foi o início de uma relação simbiótica. Os gatos adoraram a abundância de ratos nos alojamentos e depósitos e os humanos gostaram do controle grátis da infestação de ratos.

Os gatos domésticos não são completamente antissociais. Mas sua sociabilidade – em relação a outro humano ou entre eles – é determinada inteiramente por eles, em seus próprios termos.

“Eles mantêm um nível alto de independência e se aproximam de nós apenas quando querem”, diz Dennis Turner, especialista em comportamento animal no Instituto de Etologia Aplicada e Psicologia Animal em Horgen, Suíça.

“Os gatos desenvolveram muitos mecanismos para se manter à parte, o que não os conduz para a vida em bando”, diz Mills. Os gatos marcam seu território para evitar encontros constrangedores entre si. Se eles acidentalmente se toparem, os pêlos são levantados e as garras saltam para fora.

Gatos domésticos têm uma tendência a brigar.

Em determinadas circunstâncias pode parecer que os gatos domésticos adotaram a vida coletiva, como quando um grupo vive junto em um galpão. Mas não se engane. “Eles têm laços muito frouxos e não têm uma identidade real como grupo”, diz Fryxell. “Eles só gostam de ter um lugar comum para deixar seus filhotes.”

Aliás, mesmo diante de um grande perigo, quando eles se unem para se defender, é pouco provável que os gatos colaborem entre si. “Não é que algo que eles tipicamente façam quando se sentem ameaçados”, diz Monique Udell, bióloga da Universidade de Oregon (EUA).

Os gatos simplesmente não acreditam na força de um grupo. Tudo isso ajuda a explicar por que os gatos têm a reputação de dominação impossível. Ainda assim, há evidências de que o desprezo dos gatos pela vida em grupo possa ser uma fraqueza.

Caixa-preta da menta felina

Um estudo publicado em 2014 no periódico científico Journal of Comparative Psychology investigou os traços de personalidade dos gatos domésticos. A conclusão foi que manter-se solitário e desinteressado torna os gatos neuróticos, impulsivos e resistentes a ordens.

Curiosamente, no entanto, os gatos domésticos parecem capazes de cooperar um pouco mais que seus parentes selvagens. Quando os pesquisadores compararam o gato doméstico a quatro selvagens – o gato selvagem escocês, o leopardo-nebuloso, o leopardo-da-neve e os leões africanos -, os gatos domésticos foram os que mais se aproximaram dos leões em termos de personalidade.

Leoas vivem em grupo, diferentemente de outras espécie de felinos.

É preciso dizer que os gatos domésticos trilharam um longo caminho a partir de seus ancestrais até aqui em termos de tolerar a companhia um do outro. Mesmo que gatos morando em galpões formem laços frouxos, eles ainda demonstram um nível impressionante de aceitação da presença do outro nesses espaços confinados.

Em Roma, cerca de 200 gatos vivem lado a lado no Coliseu, enquanto na ilha de Aoshima, no Japão, o número de gatos supera o de pessoas em uma proporção de seis para um. Essas colônias podem não ter tanta cooperação, mas estão bem avançadas em relação ao passado solitário dos gatos domésticos.

Enquanto isso, pode ser mais fácil para pesquisadores encontrar os gatos “no meio do caminho” ao realizar seus experimentos, fazendo certas concessões.

Quando Udell fez suas primeiras experiências com gatos, enfrentou uma série de dificuldades ao tentar motivar suas cobaias a participar de certa atividade. Ela já havia trabalhado com cachorros, que estariam dispostos a fazer qualquer coisa em troca de um petisco.

Os gatos, contudo, eram mais exigentes. Com o passar do tempo, Udell percebeu que teria mais sucesso se desse aos gatos a opção de escolher sua recompensa.

“Acho que parte do desafio é o quanto sabemos sobre os gatos”, diz. Se os cientistas começarem a entrar na caixa-preta que é a mente felina, a domesticação à força pode ser substituída por uma coerção mais astuta.

“Muito do comportamento animal – incluindo uma afinidade ou resistência à domesticação – é profundamente ligado ao circuito neural. Portanto, parece pouco possível deixar para trás anos de seleção natural”, diz Fryxell.

“Mas quem sabe? Obviamente, leões conseguiram essa proeza, então deve ser possível que mutações ocorram”, diz ele. “E se eles conseguiram fazer isso, talvez domesticar gatos não seja uma ideia tão maluca, afinal de contas.”

 

Fonte: http://www.bbc.com/portuguese/vert-earth-39694650

 

VEJA MAIS