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Sinais de doenças cardíacas em pets

Sinais de doenças cardíacas em pets

O coração de um cachorro possui estrutura parecida com a do ser humano. Por isso, assim como em humanos, os pets necessitam de alguns cuidados e muita atenção a alguns sintomas, que podem indicar doença cardíaca. Problemas cardiovasculares possuem como fator determinante a idade: quanto mais idosos, mais frágeis ficam os animais. Pensando nisso, a médica veterinária da Nutriave, Ana Paula Có Lisboa, listou alguns sintomas clínicos que podem auxiliar no diagnóstico da doença e, principalmente, no tratamento precoce.

  • Tosse: a tosse é um sintoma comum de muitas doenças, mas é preciso ficar atento à junção dos outros sinais.
  • Fraqueza e isolamento: esses sintomas podem estar aliados a outros, como a perda de apetite e a mudança comportamental. Por isso, vale a pena ficar atento.
  • Problemas respiratórios: se houver a modificação no padrão de respiração do animal, é necessário acender a luz de alerta, pois doenças do coração causam dificuldade para respirar, falta de ar ou respiração acelerada.
  • Perda de apetite: a falta de apetite do cão ou gato é um sintoma comum de muitas doenças, no entanto, associado a outros fatores, torna-se determinante para o diagnóstico da doença cardíaca.
  • Mudança comportamental: indisposição para brincar, cansaço e semblante deprimido também são pequenos sinais que podem indicar uma doença cardíaca. Permaneça sempre em alerta para as mudanças de comportamento do seu pet.
  • Alteração no peso: quando o pet perde muito peso repentinamente, é preciso levá-lo ao veterinário, pois pode ser sinal de uma doença cardíaca já em desenvolvimento. Da mesma forma, o falso ganho de peso, atribuído pelo excesso de líquido retido, devido à insuficiência cardíaca, também é um sinal de alerta para o dono e, quando associado a outros sintomas, podem auxiliar na identificação da doença.
  • Inquietação: a dificuldade em dormir e a inquietação também podem indicativos de doença cardíaca, já que dão sinal de que o pet está sentindo algum incômodo.
  • Perda de consciência: desmaios são sinais graves, mesmo que temporários. Nesses casos, é primordial levar o pet ao médico veterinário imediatamente, pois pode ser sinal de muitas doenças graves.
  • Sintomas graves: inchaços no abdômen (edemas), nas extremidades do corpo e acúmulo de líquido nos pulmões são sintomas sérios e precisam ser acompanhados de perto por um médico veterinário.

É importante destacar que qualquer modificação na rotina do dia a dia do animal deve ser identificada e anotada, para informar ao médico veterinário. Assim, o pet pode realizar os exames necessários e receber o tratamento com antecedência, prevenindo o agravamento da doença.

 

Fonte: http://www.folhavitoria.com.br/geral/blogs/petblog/2017/06/23/sinais-de-doencas-cardiacas-em-pets/

 

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Produtos de limpeza podem causar alergia em pets

Produtos de limpeza podem causar alergia em pets

Que os pets não estão livres do risco de alergias, muita gente sabe. Mas quantas pessoas estão cientes de que os produtos de limpeza usados comumente em casa podem ser o motivo de alguns incômodos que os animais sentem?

Apesar de normalmente inofensivos aos humanos e, por isso, serem usados com frequência na limpeza dos ambientes, alguns produtos de limpeza não são indicados para a higienização de áreas em que os pets circulam. Muitas vezes, o animal começa a apresentar sintomas como lesões de pele, vermelhidão, inchaço, falhas na pelagem e coceiras freqüentes – que podem indicar alergias –, e os tutores não se atentam para a possibilidade de que algum produto que está sendo usado na casa esteja desencadeando o quadro.

A alergia pode estar relacionada tanto a cheiros muito fortes quanto pela composição do produto. Há algumas substâncias para evitar ao máximo: ácido bórico, peróxido de sódio, sulfúrico, fosfórico, silicato de sódio, óxido de cálcio, amônia, cloro, hipoclorito de sódio, treitanolamina, hidróxido de sódio e potássio, clorídrico e oxálico, sulfúrico e bissulfeto de sódio.

Como não é tão simples, no dia a dia, saber a composição de cada produto que estamos acostumados a usar, uma solução bem viável é optar por produtos de limpeza pet friendly, que já são encontrados com facilidade em pet shops e até em supermercados com boas sessões de pets. A veterinária Ana Paula Có Lisboa, da Nutriave Alimentos, indica os produtos e alguns outros procedimentos visando o cuidado com a limpeza. “O indicado é utilizar desinfetante pet, que elimina bactérias, fungos, vírus e cistos de vermes. Esse tipo de produto normalmente pode ser diluído e utilizado sem problemas na limpeza da casa. Além disso, é importante atentar-se à limpeza da cama e dos cobertores dos pets, lavá-los com sabão neutro ou de coco e colocar no sol pelo menos uma vez na semana”, afirma.

Portanto, se você já identificou no pet alguma dermatite ou mesmo alterações que estejam dando sinais de algo errado com sua saúde – como prostração ou mudança nos hábitos alimentares -, é hora de procurar o veterinário e examinar a fundo as possíveis causas. E na dúvida, opte por colocar os bichinhos em contato somente com produtos aprovados para eles e abrir mão dos alvejantes, desinfetantes e sabões utilizados normalmente. É a melhor maneira de protegê-los de alergias! 😉

Fonte: http://www.folhavitoria.com.br/geral/blogs/petblog/2017/06/13/produtos-de-limpeza-alergia-pets/

 

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Vez das creches para cachorro

Vez das creches para cachorro

A venda de produtos e serviços para animais de estimação fatura pelo menos 19 bilhões de reais por ano no Brasil. O mercado não escapou do vendaval que sacudiu a economia nacional no ano passado: o crescimento de 5,7% no faturamento foi o menor desde 2010. Ainda assim, empreendedores têm apostado em novos modelos de negócio. Entre eles, estão as creches, conhecidas como Day Cares, uma nova fatia do segmento pet especializada no cuidado de cachorros de pequeno, médio e grande porte. Na Zona Sul de São Paulo, uma delas deve faturar 2,5 milhões em 2017. A Golden Pet Day Care, idealizada pelos sócios André Faim e Anderson Luz, recebe cerca de trinta animais por dia e abriu as portas em julho de 2016.

O crescimento do empreendimento de Faim e Luz faz parte um fenômeno detectado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): o Brasil conta com cerca de 132,4 milhões de cachorros, gatos, aves, peixes e répteis domésticos – os cães estão em 44,3% dos domicílios, uma média de 1,8 por casa. Por isso, a dupla decidiu investir 400.000 reais para colocar a creche animal de pé no bairro do Campo Belo.

Na avaliação dos empresários, muitos donos de cachorro não têm tempo para dar atenção ao animal diariamente. Consequentemente, as Day Cares apareceram como uma solução, especialmente para aqueles que moram em apartamento. “Conseguimos receber até sessenta cachorros por dia. Na primeira vez pedimos que o pet faça um dia de adaptação para que possa conviver no novo ambiente”, conta Faim.

Tudo começou em 2010, quando Faim, então cliente da Golden Pet Store, na Vila Mariana, detectou uma oportunidade de expansão do negócio dirigido pela veterinária Marisa Bittante. Segundo ele, que na época trabalhava como analista de investimentos no banco Morgan Stanley, há uma enormidade de pet shops no Brasil, mas poucas conseguem manter as portas abertas ou expandir os negócios por falta de gestão e capacidade de investimento.

Desde então, com a parceria de Luz, sócio da Mont Capital, a Golden Pet Store opera ao lado da Golden Pet Day Care em uma rede de serviços que inclui suprimentos alimentares, acessórios, cuidados veterinários, day care e hospedagem para os animais em finais de semana e feriados. As diárias ficam em torno dos setenta reais na creche e 120 reais no pacote do hotel. “Temos um grande trunfo em nossa divulgação nas redes sociais. Nossa página tem mais de um milhão de seguidores, o que contribui muito para consolidar a marca Golden Pet”, comemoram os sócios.

A possibilidade de oferecer um serviço de creche e hospedagem para cachorros também inspirou Cristiano Catropa e Vania Telles. Criadores da raça Pastor de Shetland há mais de vinte anos, eles viram a oportunidade de oferecer o serviço de Day Care aos clientes do canil, em 2014. A primeira unidade do serviço foi inaugurada na Avenida Pacaembu. No ano passado, eles se mudaram para uma casa maior, na mesma rua. Em média, são cerca de 50 cachorros por dia.

“O movimento maior da Day Care é de segunda a sexta. Nos finais de semana, os donos querem aproveitar a companhia do cão”, explica Catropa. As diárias variam entre 30 e 80 reais de acordo com a frequência. O hotel, que atende principalmente nos finais de semana e feriados fica em um sítio de 3 mil metros quadrados no município de Mariporã. Os pacotes partem de 70 e podem chegar a 150 reais.

Sócios de empresas como Golden Pet Day Care e Holiday Pet colocam na conta o risco de investir neste mercado. No caso das pet shops, a taxa de insucesso é grande: pelo menos 80% delas fecham as portas antes de completar um ano, de acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet).

Segundo José Edson Galvão de França, presidente-executivo da entidade, o setor deve andar de lado em 2017. Conforme França, um dos principais prejudicados é o setor de serviços, que representam uma fatia de 16% do segmento. Ele explica que, ao cortar as despesas, as famílias devem gastar menos com acessórios e luxos como banho e tosa. Além disso, a parte de alimentação, que representa 67,5% do setor, também foi afetada. “Os donos de animais agora buscam rações mais simples e evitam as opções consideradas premium”, pontua França.

Os cortes, evidentemente, têm limite. De acordo com Catropa, os donos de animais de estimação se preocupam cada vez mais com a qualidade de vida dos bichinhos. Por isso, novos nichos de mercado, como o dos cuidados diário, continuam surgindo. Na Golden Pet, Faim e Luz planejam uma nova etapa de expansão da empresa, com uma linha de produtos de luxo que será vendida através de um pacote de assinatura mensal. “É um programa de fidelidade no qual o assinante receberá todo mês um kit com diversos itens para o cachorro”, comenta Luz. Com crise ou sem crise, o mercado pet vai continuar crescendo, e se sofisticando.

Fonte: http://exame.abril.com.br/pme/a-vez-das-creches-para-cachorro/

 

 

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Inverno para pets: respostas a algumas perguntas comuns

Inverno para pets: respostas a algumas perguntas comuns

É hora de tirar os agasalhos do fundo do armário, em preparação para a estação mais fria do ano. Ainda que nossa região não sinta de maneira tão abrupta como em outros locais do Brasil e do mundo as quedas da temperatura com a chegada do inverno, há sim mudanças relacionadas ao clima que podem afetar tanto humanos quanto os pets. Mas para não cair na desinformação e acabar perpetuando algumas ideias que nem sempre são do jeito que comumente ouvimos falar, que tal revermos algumas dúvidas comuns sobre o inverno para os bichinhos?

Meu pet estará mais propenso a doenças nessa época?

O inverno é, efetivamente, uma estação mais propensa àquelas doenças típicas das baixas temperaturas. Por isso, é importante preparar os pets para passarem pela estação com um bom estado imunológico e condição corporal, principalmente colocando as vacinas e vermífugos em dia. No caso de filhotes e idosos (menos resistentes que os pets adultos), portadores de doenças crônicas e algumas outras doenças específicas (como leucemia felina ou imunodeficiência, cardiopatias ou doenças do aparelho locomotor), o alerta deve estar ainda mais ligado durante o período, já que o frio pode agravar os quadros.

Sintomas parecidos com o da gripe a que estamos habituados também devem ser observados nos amigos: tosse, coriza, dificuldade para respirar, febre, cansaço… Algumas das doenças mais recorrentes no inverno são: traqueobronquite infecciosa canina, bronquite e rinotraqueíte felina, cinomose, doença do trato urinário interior felino (DTUIF) e artrose/artrite.

Devo parar de tosá-lo?

Como sabemos, a pelagem não está nos pets à toa – ela é um ótimo isolante térmico natural. Justamente por ser natural, médicos veterinários em geral recomendam evitar durante os dias mais frios as tosas muito baixas, que retirarão a proteção do próprio corpo. Mas vale lembrar que as tosas higiênicas são importantes para manter a limpeza em dia, principalmente para os cães mais peludos, portanto considere não abrir mão delas.

Preciso oferecer mais comida?

Muita calma nessa hora! É comum que os tutores, mesmo não mal intencionados, ofereçam mais comida que o necessário para os bichos, e no inverno isso pode se intensificar. O fato é que o frio pode até pedir, sim, uma adaptação metabólica e corporal, mas isso vale para locais e dias muito frios e exposição efetiva, quando é necessário um maior consumo energético para preservar a temperatura corporal (daí a importância de um pet bem alimentado). Mas em geral, isso não é motivo para exagerar no fornecimento de alimentos, especialmente nas regiões tropicais – a obesidade é um problema sério que precisa ser evitado.

Posso usar roupinhas e sapatinhos para aquecê-los?

Esse assunto pode ser um pouco polêmico. Na dúvida, o ideal é fazer o que sente ser mais apropriado para o seu pet, acompanhando bem de perto como ele se sente com as roupinhas ou os sapatos. Há cães e gatos que não aguentam um minuto sequer com as roupas; nesse caso, não vale a pena causar o desconforto. Mas se o seu pet tem pelagem curta e lida bem com o acessório, pode ser útil colocar, em dias bem frios, um look confortável nele (evite lã e tricô e verifique bem se as costuras não estão muito apertadas no pescoço e patas).

Já com relação aos sapatinhos e meias, há quem diga que não são uma boa ideia. As patas dos cachorros possuem o formato e características que os pets precisam e, de forma geral, pode não ser proveitoso para eles “vedar” o contato das patas com as superfícies, já que sua própria anatomia é pensada para que o cão suporte o contato com o solo – a falta do contato pode inclusive atrapalhar seu equilíbrio. As patas estão relacionadas não somente com os passos: você sabia que os pets também transpiram pelos coxins, as “almofadinhas” localizadas nas patas? Por tudo isso, talvez não seja interessante tampar a região, a não ser que haja uma situação específica em que a vedação possa ser útil.

Paro de passear com ele?

As caminhadas são a melhor maneira de, junto com uma alimentação balanceada, evitar a obesidade e ainda ajudar com ansiedade, agitação e estresse. Se o dia não for de chuva, não há por que privar os cães de passeios, nas horas mais amenas do dia.

Com a chegada do friozinho, considere reforçar a cama dos cães e gatos com tecidos quentinhos e até mesmo colocar um revestimento de borracha ou um estrado entre a cama e o chão. Chame-o para entrar debaixo das cobertas de vez em quando. Se ele estiver com frio, vai adorar! ⛄️

 

Fonte: http://www.folhavitoria.com.br/geral/blogs/petblog/2017/06/20/inverno-para-pets/

 

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Negócios que humanizam pets ganham espaço, de padaria a fisioterapia

Negócios que humanizam pets ganham espaço, de padaria a fisioterapia

 

Numa esquina da rua Oscar Freire, zona oeste de São Paulo, uma sorveteria gourmet deu lugar a um espaço que vende bolos, bombons, petiscos diet e pratos feitos com carne de cordeiro e coelho, além de opções de cervejas e vinhos.

Mas, agora, quem consome no local, a Padaria Pet, são os bichos de estimação.

Oferecer produtos e serviços similares aos de consumo humano foi a alternativa encontrada pelos irmãos gêmeos Rodrigo e Ricardo Chen, 36, para crescer num período de crise econômica e desaquecimento do mercado.

Eles abriram a primeira unidade, no bairro de Pinheiros, em 2015, ano em que, pela primeira vez desde 2011, o crescimento do setor foi menor que a inflação registrada (7,59% contra 10,67%). Em 2016, o resultado foi o mesmo: 4,94% ante 6,29%.

De acordo com Ricardo Calil, gerente regional do Sebrae-SP, a tendência de humanização dos animais é um “caminho sem volta”.

LATIDOS E MIADOS

Crescimento do mercado para bichos na comparação com a inflação, em %

“Num setor que vinha crescendo a passos largos, o modelo padrão de lojinha e banho e tosa começa a estagnar e virar commodity. A decisão de escolha fica baseada apenas em preço e atendimento”, diz. “Por isso, as pessoas que inovam têm uma possibilidade muito grande de sair na frente e ter crescimento maior do que a média. Há mercado para isso.”

Ao lado do amigo Arquelau So, 40, os irmãos Chen investiram R$ 500 mil para a criação dos produtos humanizados e para a reforma do ponto. Foi o início de um negócio que hoje vai além de uma confeitaria para bichos.

Desde então, eles franquearam a primeira loja, abriram o espaço conceito nos Jardins e ainda esperam inaugurar outras duas franquias, na Chácara Klabin, em São Paulo, e em Vila Velha (ES), entre outras iniciativas. Ao todo, faturaram cerca de R$ 1,5 milhão em 2016 e há expectativa de crescer 10% em 2017 com a maturação do negócio.

“O dono quer que o pet tenha o mesmo estilo de vida dele. Trata o bicho como filho, quer que tenha o melhor alimento, a melhor escola”, diz Ricardo Chen.

OZÔNIO E OURO

Na clínica Fisioanimal, a veterinária Maira Formenton, 33, abriu mão do banho e tosa e investiu em serviços para saúde e bemestar dos animais, como fisioterapia, acupuntura e tratamentos feitos com aplicação de ozônio, implantes de células-tronco e ouro. Os preços variam entre R$ 95 e R$ 2.500.

Com a crise, caiu o número de clientes, diz a veterinária, mas quem ficou está disposto a pagar mais por esses serviços. O resultado: crescimento de 130% no faturamento nos últimos três anos.

“Os bichos são entes da família. Quando o assunto é saúde, os donos não poupam recursos”, diz Formenton. “Às vezes, o animal recebe um tratamento até melhor que os humanos.”

Com o mesmo conceito de adaptar comportamentos humanos para cães e gatos, Gaspar Marçal, 37, abriu em 2013 um clube de assinatura voltado para pets, a Maskoto.

Por R$ 59,90, o assinante recebe por mês uma caixa surpresa, que tem entre quatro e seis itens, como petiscos e produtos de saúde e beleza.

“Em 2013, aconteceu um ‘boom’ no mercado de assinaturas, mas havia uma lacuna no setor pet”, diz Marçal.

A empresa começou com 30 assinantes e hoje conta com 1.200. Fechou 2016 com um faturamento de R$ 800 mil e há a expectativa de crescimento de 25% em 2017.

Para o presidente da Abinpet (associação da indústria de produtos para pets), José Edson Galvão de França, esses negócios descobriram novos nichos de mercado e, por isso, atingiram números expressivos de crescimento.

Segundo França, também há uma tendência de o setor sair da estagnação em 2017. Mas, de modo geral, é preciso cautela na hora de investir no segmento.

“Serviços como banho e tosa, adestrador, hotelzinho e creche representavam 20% do negócio há dois anos. Em 2016, o índice caiu para 16,7%.” “Quem dava banho semanal passou a dar uma vez por mês.

 

 

 

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/07/1901458-negocios-que-humanizam-pets-ganham-espaco-de-padaria-a-fisioterapia.shtml

 

 

 

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Será que ele sabe?

Será que ele sabe?

Cães não pensam. Mas segundo estudos recentes, eles realmente são inteligentes e adotam muitas características humanas.

 

A afirmação vem de uma reportagem publicada pela revista VEJA (edição nº 1969) que constata a relação homem – cachorro existente há mais de doze mil anos, e que é caracterizada pela compreensão mútua e companheirismo. É bem verdade, como os lojistas dos negócios pet e leitores da Pet Center já sabem, que muitos donos de animais acreditam que seus bichinhos de estimação são dotados de sentimentos tipicamente humanos, como ciúmes, inveja, saudades, etc.

A este processo chamamos de humanização do animal. É preciso ressaltar que, cientificamente, o cão não pensa. A noção de pensamento está ligada à capacidade de conceituar e abstrair o mundo que nos rodeia utilizando uma linguagem. Por este conceito, o único animal que é capaz de pensar é o homem. Ao animal, no caso os nossos amiguinhos de quatro patas, a definição é a de inteligência, caracterizada como a capacidade de resolver problemas empregando processos cognitivos como memória, aprendizado, raciocínio e comunicação.

Os resultados de uma pesquisa feita pelo antropólogo americano Brian Hare, do Instituto Marx Planck, em Leipzig, Alemanha; que desde 1995 até os dias atuais dedica-se a trabalhos científicos sobre o comportamento canino, aponta três principais descobertas: a primeira, é a forte relação de confiança e companheirismo que une o cachorro e o homem, preferindo o cão, muitas vezes, ficar com o ser humano, a interagir com outros de sua espécie.

A segunda, é que o cão é o animal que melhor interpreta o homem. O cachorro, com o passar dos tempos, especializou-se em observar e reagir ao comportamento humano, desenvolvendo habilidades, seguindo instruções e mantendo o foco nas pessoas. A terceira e não menos importante descoberta é que a capacidade de aprendizado do cachorro é realmente maior do que se pensava. A habilidade de responder prontamente ao menor gesto e sinais de alteração de humor de uma pessoa faz com que se tenha a impressão de que o cachorro é capaz de entender como as pessoas pensam.

A adaptação canina ao universo humano foi tão completa que, segundo a análise do cientista, certas características do comportamento do homem foram transmitidas para o cão.
Contudo, a este último aspecto, não é prudente exagerarmos. É preciso levar em consideração a proporção contrária a este processo, a animalização homem; que vem através de fábulas e exprime o sentimento humano de forma atenuada pela fala animal.

Algo semelhante aparece nas histórias em quadrinhos e na publicidade. Colocar sentimentos humanos nos animais seria dar a eles algo como a possibilidade de “pensar” traduzido pelo poder de se comunicar com os homens. Para o homem, fica a possibilidade de ver na figura do animal, um ser mais livre, despreocupado com o estresse da vida urbana.

Os provérbios também usam a figura do animal como fonte inesgotável de resgate da personalidade humana. O tão famoso “cão que ladra não morde” pode significar que este cão que está latindo não morde, mas principalmente faz uma referencia às pessoas que ameaçam muito e não fazem nada.

É a partir do final da Idade Média, com o Renascimento, que o cachorro começa a ganhar características mais humanizadas, fundamentalmente quando se torna o personagem principal da história. Em casos como o do Snoopy, o cão de Charlie Brown, criado em 1950, por Charles M. Schulz, esta característica “humana” manifesta-se através de pensamentos filosóficos, não deixando o cachorro de ser um animal, uma vez que dorme dentro ou sobre uma casinha de cachorro, come alimentos para cães e vive como qualquer cão.

Dessa forma, podemos dizer que os cães têm inteligência, já que não são seres meramente respondentes, mas possuem a capacidade de aprender a partir de experiências. Quando essas experiências são propiciadas pela ação do homem, o cão passa a reter informações que farão com que ele repita ou evite certos comportamentos.
E aí está o fundamento da educação canina: a melhoria do relacionamento entre o homem e o animal. O homem, por meio de experiências repetidas, consegue o condicionamento do cão tornando a convivência entre ambos agradável e produtiva.

Para Stanley Coren, professor de psicologia da Universidade de British Columbia, treinador e especialista em comportamento canino, cães demonstram instintivamente múltiplas inteligências em diversas situações tais como: inteligência espacial, inteligência de coordenação motora, inteligência intrapessoal, inteligência interpessoal, inteligência musical, inteligência lógica e principalmente lingüística.
Essa última faz com que os cães sejam capazes de se comunicar, uma vez que, são animais sociais. Na natureza, é possível observar cães selvagens e lobos se organizarem para caçar, administrar posições sociais e divisão de tarefas, o que mostra um claro sistema de comunicação. Além disso, cães são capazes de atender associando ou não a comandos.

Desde os tempos mais remotos, a ligação entre o homem e o cão se deu pelo fato dos cães exercerem funções para nós, desde ajuda física até apoio psicológico. Alguns trabalhos com cães são a guarda de propriedades e pessoas, caça, pastoreio, tração, busca de objetos, pessoas ou substâncias, salvamento, auxílio a deficientes e terapia com idosos, doentes e deficientes mentais.
Com efeito, o cachorro, depois de muitas gerações, passou por adaptações para sua domesticação e adaptação à vida humana. De símbolo, mito, a trabalhador dedicado, ele é fonte de inspiração para artistas das mais variadas culturas que, por séculos, os retratam em diferentes modos da comunicação humana.

Bárbara Cabral é Bacharel em Publicidade e Proganda pela UniverCidade e Pós-Graduanda no curso de MBA Executivo em Marketing da mesma instituição. Bacharel e licenciada em História pela Universidade Gama Filho, atualmente é coordenadora de marketing corporativo no setor de TI, com trabalhos acadêmicos desenvolvidos em análise semiótica de anúncios publicitários com animais, psicologia do consumidor e negócios para o mercado Pet.

 

Fonte: http://www.revistapetcenter.com.br/materias/ler-materia/114/sera-que-ele-sabe

 

 

 

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Margem de lucro nos negócios pet: como calcular?

“O lucro é o que sobra das vendas, menos o custo das mercadorias vendidas, menos as despesas variáveis e menos as despesas fixas, inclusive o pró-labore!”

Margem de lucro: como calcular? Foto meramente ilustrativa: Divulgação

O lucro nada mais é que o retorno positivo de um investimento feito por uma pessoa inserida nos negócios pet. Para entender como um lojista deve calcular sua margem de lucro, a revista Pet Center apresenta diversos fatores:

Formação de preço de vendas

Cálculo que tem por base a abrangência e cobertura de todos os custos da empresa e geração do lucro desejado. É como dizer que a partir da venda de qualquer produto você estará tirando os custos ligados à empresa, sejam eles: Custo fixo, Custo Variável ou Não Operacional e, assim, obtendo determinado lucro.
Em outras palavras, para determinar o que deve sobrar para sua empresa no final é necessário primeiro entender os conceitos citados e, a partir daí, traçar sua meta de remuneração do capital investido, ou seja, o “seu lucro”. A questão é: quanto eu espero que determinado produto gere de lucro para que eu invista no negócio?
Lembrando sempre que na outra ponta está o mercado – clientes que atuam de forma concorrencial e influenciam o preço final dos produtos. De nada adianta colocar ou desejar uma margem de lucro muito alta se o mercado não aceita, por isso tratamos esta situação como uma variável não controlada. Você deve então colocar seu foco nas variáveis que pode e deve controlar dentro da sua empresa e da sua estrutura de formação de preços, que são os custos fixos e variáveis.

Como calcular a margem de lucro média para a sua atividade?

O lucro é o que sobra das vendas, menos o custo das mercadorias vendidas, as despesas variáveis e fixas, inclusive o pró-labore. Cada tipo de atividade tem uma margem de lucro. Salientamos que o lucro destina-se a remunerar o capital investido na empresa. É desejável que esse capital seja remunerado no mínimo por volta de 2% a 4% ao mês.

Exemplo:

Outra forma de calcular o preço de venda é utilizar o conceito de Mark-up, que é valor desejado de margem de lucro adicionado ao preço de custo do produto. Vejamos um exemplo prático:

Recapitulando, Mark-up é um valor originalmente adicionado ao custo, portanto ao calcular seu valor devemos fazê-lo usando o chamado cálculo por dentro, ou seja, dividir pelo fator para adicionar o valor encontrado ao próprio preço. No exemplo, apuramos um fator de Mark-up de 0,45 que, ao aplicarmos diretamente ao preço de custo, teremos o valor de venda direto: R$ 9,00 dividido por 0,45 = R$ 20,00.

Bons negócios!

Laecio Barreiros é contador com MBA em Controladoria Financeira, atuou como Executivo de Finanças e Controladoria em empresas de renome como: GE Capital IT Solutions / IBM Brasil (Divisão Ivix Sistemas) Zurich Seguros, entre outras. Diretor da L&Barreiros Controladoria desenvolve projetos de Gestão do Desempenho, Processos de Controladoria e Finanças com foco em Empresas de Pequeno e Médio Portes. Membro AMCHAM, Associado IBGC, escreve e colabora para revistas como Você S/A, Exame PME, Meu Próprio Negocio, Pensando Grande – Blog Oficial Microsoft – Folha SP, entre outras. marcosrochasoares@ig.com.br ou http://lbarreiros.blogspot.com/

 

Fonte: http://www.revistapetcenter.com.br/materias/ler-materia/86/margem-de-lucro-nos-negocios-pet-como-calcular

 

 

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Canal de televisão para cachorros é lançado na Alemanha

Canal de televisão para cachorros é lançado na Alemanha

Quem tem um pet canino em casa já sabe que os programas de TV podem chamar bastante a atenção dos pets, no entanto, até o mês passado ainda não existia um canal específico de televisão para cachorros e, por mais que esse conceito possa parecer um pouco descabido, o canal batizado de DogTV acaba de estrear na Alemanha.

Lançada pela plataforma Entertain, da Deutsche Telekonm, a televisão para cachorros tem toda a sua programação voltada para o que realmente é do interesse destes amigões de quatro patas, sendo definida de acordo com pesquisas que analisaram o comportamento destes animais enquanto diante da TV.

Desenvolvido há cerca de dois anos nos Estados Unidos, o canal de TV para cães começou a ser transmitido na Alemanha durante a segunda quinzena de novembro, contando com cerca de sete milhões de animais suscetíveis a serem atraídos pela programação especial.

 

Segundo alguns dos seus criadores, o canal de TV para cães não foi feito para que o animal o assista como um ser humano (parado por horas e horas diante da telinha), mas sim para quebrar o tédio e a solidão que o pet enfrenta quando está sozinho dentro de casa, já que de acordo com estudos realizados pela emissora, até 70% dos tutores de cães costumam deixar a televisão ligada para o cão quando saem de casa.

Destacando uma programação que mistura programas relaxantes, estimulantes e até educativas, a DogTV conta com produções em que cachorros correndo ou bolas quicando são mostradas com músicas cativantes para os animais de fundo, atraindo a atenção e entretendo-lhes.

Contando com mais de um milhão de assinantes e presente em países como Japão, Israel e Coréia do Sul, além dos Estados Unidos (país onde o canal foi desenvolvido, no estado da Califórnia) a televisão para cães deve estrear na França, no Reino Unido e na Irlanda em pouco tempo, fazendo a alegria de ainda mais tutores e cães.

 

Fonte: http://www.cachorrogato.com.br/noticias/televisao-para-cachorros/

 

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Massagem em cachorros vira moda nos Estados Unidos

Massagem em cachorros vira moda nos Estados Unidos

Prometendo melhorar a saúde e a imunidade do animal, massagem em cachorros é cada vez mais popular entre os norte-americanos.

Enquanto o mercado pet se tornou absolutamente aquecido ao longo da última década, uma série de novos serviços voltados para animais se apresentou para os tutores que buscam o bem-estar de seus pets a todo custo. Spas com banhos especiais para o relaxamento de cães (além de tratamentos estéticos diversos) já fazem parte da rotina de muitos que fazem o uso dos serviços de luxo oferecidos pelo segmento, e quem faz parte do universo luxuoso dos cachorros já pode celebrar mais um aliado: a massagem em cachorros.

Cada vez mais popular nos Estados Unidos, o serviço de massagem em cachorros não ganha espaço somente no mundo do luxo para animais, já que a sua finalidade principal é a de cuidar da saúde destes amigões de quatro patas, oferecendo mais qualidade de vida e bem-estar aos cães de todas as raças e portes.

 

De acordo com os terapeutas que andam prestando esse tipo de serviço, as massagens em cães são eficientes tanto para acelerar e melhorar processos de recuperação em cães mais velhos quanto para servir para cachorros mais jovens como uma forma de prevenção de problemas no futuro, já que é capaz de melhorar a circulação, a flexibilidade e até a imunidade do animal.

No entanto, ao mesmo tempo em que os que trabalham com a massagem em cães defendem os seus benefícios, há quem seja contra a realização desse tipo de terapia da forma que está sendo feita, pois, por ser uma forma de medicina veterinária, a técnica requer treinamento e uma autorização específica para que seja praticada. A Associação de Medicina Veterinária Americana é uma das entidades que defende a necessidade de uma licença para a prática do serviço.

Durando entre 30 e 40 minutos, a sessão de massagem canina é geralmente realizada na casa do tutor do animal, mas também pode ser requisitada em hotéis e até no ambiente de trabalho do dono do pet. Explorando o relaxamento da própria massagem, o terapeuta também usa músicas new age como ferramenta para aumentar ainda mais a sensação de descanso.

 

 

Fonte: http://www.cachorrogato.com.br/noticias/massagem-em-cachorros/

 

 

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Mercado Pet – Resultados de 2016 surpreendem o mercado Pet

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Comac divulga dados finais do mercado de saúde de pequenos animais em 2016.

Em um período que grandes mercados sofreram momentos de recessão econômica, o segmento de saúde animal, especificamente o de cães e gatos, não foi diferente.

O mercado de saúde pet fechou o ano passado com um crescimento de 8% em relação a 2015. Este número representa uma freada histórica para o setor que vinha mantendo uma média de 18% em taxa composta de 2010 a 2015. “Vínhamos crescendo ano a ano a uma taxa alta, entretanto o ano de 2016 mercados sofreram momentos de recessão econômica, o segmento de saúde animal, especificamente o de cães e gatos, não foi diferente. O mercado de saúde pet fechou o ano passado com um crescimento de 8% em relação a 2015. Este número representa uma freada histórica para o setor que vinha mantendo uma média de 18% em taxa composta de 2010 a 2015. “Vínhamos crescendo ano a ano a uma taxa alta, entretanto o ano de 2016 representou um grande desafio para nós”, afirma Dr. Leonardo Brandão, médico-veterinário, coordenador do Infopet da Comac (Comissão de Animais de Companhia), do Sindan (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Saúde Animal) e também diretor da unidade de Negócios Pet da Ceva Saúde Animal.

Em 2016, o bom desempenho de algumas categorias de produtos como ectoparasiticidas (11,6%), endoparasiticidas (12%) e terapêuticos (21%) garantiu o crescimento no setor.

Com o mercado menos favorável, toda a cadeia (lojistas, distribuidores e indústrias) é desafiada a aprimorar sua capacidade de gestão, o que inclui corte de gastos, gestão de estoques e atenção às margens de lucro, por exemplo. “Um ano de dificuldades econômicas faz com que todos tenham que se esforçar mais e abre espaço para as melhores práticas gerenciais, o que traz mais qualidade ao setor”, complementa Brandão.

Apesar dos números desanimadores, este não é um mercado em involução, aliás, muito pelo contrário. Muito se tem falado sobre as infinitas oportunidades que o mercado pet proporciona, por conta do relacionamento cada vez mais próximo entre humanos e animais.

Hoje, o Brasil conta com a segunda maior população de cães e gatos do mundo. São 52 milhões de cães e 22 milhões de gatos, segundo dados do IBGE, e, ainda assim, poucos animais recebem medicamentos ou visitas regulares às clínicas veterinárias. E, por conta disso, a Comac e diversas instituições do setor estão sempre esforçando para conscientizar os tutores de seu papel nos cuidados com a saúde dos animais, que hoje são considerados parte da família.

Para este ano, a expectativa é de que o setor volte ao seu ritmo de crescimento acima de dois dígitos. “Em breve teremos dados substanciais de 2017 e conseguiremos traçar uma tendência mais assertiva para o mercado”, completa Brandão.

A Comac é uma entidade formada pelas principais empresas da área de saúde animal (nacionais e internacionais) com foco no mercado pet. Com os dados de faturamento das empresas, a organização extrai informações que, combinadas, geram os dados de crescimento do mercado como um todo e divulga estas informações, contribuindo para fomentar o conhecimento e as boas práticas de gestão no segmento.

 

Fonte: http://revistanegociospet.com.br/materias-mercado-pet/mercado-pet-resultados-de-2016-surpreendem-o-mercado-pet/

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