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Por que os cachorros cheiram mais algumas pessoas do que outras

Por que os cachorros cheiram mais algumas pessoas do que outras

Os cães adoram cheirar tudo e todos, não é mesmo? Mas você já deve ter reparado que algumas pessoas despertam bem mais o interesse olfativo do seu cachorro do que outras. Você já se perguntou qual a razão disso?

Como os cães não conseguem conversar e perguntar coisas como os humanos, é cheirando que eles dizem “oi” e é através do cheiro que eles conhecem e se “informam” sobre os humanos, principalmente aqueles que eles acabaram de conhecer. Além disso, alguns cheiros são bem mais interessantes do que outros para os animais, e é isso que vai despertar o interesse do cão em cheirar as pessoas ou não.

(Foto: Reprodução / Good Net)

Através do cheiro, os cachorros conseguem saber o que o humano comeu, se ele tem outros animais em casa e por aí vai. Então, dependendo dos hábitos do humano, ele vai ser muito mais interessante de se cheirar do que outra pessoa.

Os cães conseguem perceber quando uma pessoa está com medo dele ou desconfortável com a sua presença. O medo pode fazer com que a pessoa passe a transpirar mais e esse cheiro pode acabar chamando a atenção do cachorro, quando o que a pessoa mais quer é distância. Por isso é essencial ficar tranquilo na presença de animais se você tem medo deles, isso vai ajudar com que você não chame a atenção do cão.

(Foto: Reprodução / National Geographic / AP Photo / Matt Rourke)

Outro motivo que pode fazer os cães cheirarem mais algumas pessoas é o fato de o animal estar se sentindo feliz. Nós ficamos bem animados ao recebermos visitas em nossas casas, principalmente quando chega alguém de quem gostamos muito.

O mesmo acontece com os cães. Se você tem um amigo que sempre brinca com seu cão e outro que não dá muita bola para o animal, o cachorro, provavelmente, vai ficar muito mais animado e vai passar mais tempo cheirando o amigo que brinca com ele.

 

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Por que os cachorros gostam de lamber as patas

Por que os cachorros gostam de lamber as patas

Você já deve ter reparado no quanto o seu cão adora lamber as patas. Esse comportamento é bastante visto entre cachorros. Alguns lambem as patas, ou uma específica de ficar mais delicada, outros lambem de forma mais forte e chegam até a morder. Mas, você sabe o que motiva os cães a fazerem isso?

Existem várias razões que podem estar fazendo o seu cão lamber ou morder a pata, alguma mais simples e outras mais graves.

Machucados nos dedos ou almofadas, unhas ou ossos fraturados, queimaduras, farpas e outros corpos estranhos que podem acabar furando ou se alojando entre os dedos, como carrapatos, são alguns dos motivos que fazem os cães lamberem as patas.

Entre as causas mais graves estão os cistos, tumores e outros tipos de câncer, doenças alérgicas e até doenças autoimunes.

Muitos cães costumam ter doenças alérgicas de pele e essa é a razão mais comum para os cachorros lamberem e até morderem as patas de forma crônica. Entre essas alergias, as alimentares são as mais típicas, porém as bactérias e os fungos podem agravar o caso.

Alguns cães começam lamber as patas por conta de uma simples coceira, mas o hábito pode desencadear um comportamento obsessivo, além de grandes feridas nas patas, de tanto lamber e morder.

É preciso ficar bastante atento para encontrar a causa para que ela seja tratada. Quando começar a perceber esse comportamento no seu animal, leve-o ao veterinário, pois a maioria das razões que levam os cães a lamberem as patas de forma excessiva é tratável.

É essencial sempre informar ao veterinário sobre esse comportamento do animal, principalmente se isso ocorrer repentinamente, persistir por longos períodos de tempo e apresentar vermelhidão, inchaço, odor, sangramento, se o animal começar a mancar ou mostrar outros possíveis sinais de dor e infecção.

Fonte: http://portaldodog.com.br/cachorros/curiosidades/por-que-os-cachorros-gostam-de-lamber-as-patas/

 

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Como os cães escolhem o seu humano preferido

Como os cães escolhem o seu humano preferido

Muita gente pensa que os cães escolhem seus humanos preferidos de acordo com a quantidade de comida e de tempo que cada pessoa dá ao animal. Mas a preferência dos cachorros pode ser um pouco mais complexa.

Apesar de tempo e alimentação serem bem importantes, existem vários outros fatores que podem influenciar a decisão dos cachorros sobre quem é o seu humano favorito na casa.

Um dos pontos mais importantes e que vai fazer com que o animal desenvolva laços bem fortes com o ser humano é a interação e socialização com o animal nos primeiros meses de vida ou quando ele chega em seu novo lar.

Até os seis meses de vida, os cérebros dos filhotes de cachorro são muito receptivos, então as experiências sociais que eles têm podem influenciar pelo resto de suas vidas. Por isso é tão importante nesse período que o cão tenha uma grande diversidade de interações positivas com uma grande variedade de pessoas, lugares e coisas.

Por exemplo, se durante esse período o cãozinho for criado apenas por mulheres ou tiver uma interação bem maior com humanos do sexo feminino, eles ficarão bem mais confortáveis na presença de mulheres e poderão não se dar tão bem com homens. Isso pode explicar, inclusive, o comportamento de cães que são adotados já mais velhos.

É preciso passar um tempo com os cães, mas um tempo de qualidade, realmente interagindo com eles. (Foto: Reprodução / Petplan)

Porém, nunca é tarde para começar a socializar seu cãozinho. Quanto mais experiências eles e quanto mais pessoas eles conhecerem, será mais fácil ele se dar bem com novos humanos e fazer amigos.

Se você alimentar o cão, mas não oferecer para ele carinho e nem um tempo de qualidade para ficar com ele, o cão poderá trocá-lo facilmente por outro humano que goste de brincar e dar mais atenção para o animal. Atenção e carinho são coisas muito valorizadas pelos animais e que ajudam a estreitar os laços com seu humano.

Conversar com os cães faz bem tanto para eles quanto para os humanos. (Foto: Reprodução / Disneybabble)

Além disso, o cão pode associar a presença de certo humano com coisas divertidas e felizes, por isso é tão importante dar ao seu animal um tempo de qualidade. Não adianta ficar ao lado dele enquanto resolve coisas ao celular ou computador, os animais precisam de atenção. Brinque com seu cão, passeie com ele e converse.

 

Fonte: http://portaldodog.com.br/cachorros/curiosidades/como-os-caes-escolhem-o-seu-humano-preferido/

 

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Jovens adultos da geração Y estão escolhendo suas casas pensando no bem-estar de seus animais

Jovens adultos da geração Y estão escolhendo suas casas pensando no bem-estar de seus animais

Já se sabe que os jovens adultos que fazem parte da geração Y, hoje com idade em torno de 30 anos, estão demorando um pouco mais para ter seus filhos, priorizando suas carreiras.

Além disso, os animais de estimação estão ocupando cada vez mais espaço nas vidas dessas pessoas, que também são mais preocupadas com o bem-estar animal. Pesquisas já mostram que no Brasil, o número de famílias que criam cachorros já é maior do que o de famílias que têm crianças.

Em consequência disso, esses jovens adultos da geração Y, também conhecida como geração do milênio, já começam a ter outras prioridades na hora de comprar o seu primeiro imóvel.

De acordo com uma pesquisa da SunTrust Mortgage, um terço da geração do milênio que já comprou sua primeira casa disse escolhido o local pensando na necessidade de ter espaço para um cachorro.

Foi perguntado aos compradores qual o motivo da compra do imóvel e o terceiro motivo mais citado era o seu cachorro (espaço para o animal). Os pets ficaram inclusive acima das crianças e do casamento.

Os animais de estimação e o conforto dele estão sendo fatores decisivos na hora da compra de um imóvel.

 

“Os milênios (adultos da geração do milênio) têm fortes laços com seus cachorros, então faz sentido que seus familiares peludos estão dirigindo as decisões da compra de uma casa. Para aqueles com cães, o aluguel pode ser mais caro e um aborrecimento, a posse da casa (ser o dono) tira parte do estresse, proporcionando uma melhor situação de vida”, disse Dorinda Smith, CEO da SunTrust Mortgage.

A pesquisa também descobriu que 42% dos adultos da geração Y que ainda não compraram suas casas também disseram que seus cães, ou mesmo a vontade de ter um, seria um fator decisivo na hora de escolher um local para comprar para morar.

Casamento e crianças são fatores que estão atrás dos animais de estimação.

 

Fonte: http://portaldodog.com.br/cachorros/curiosidades/jovens-adultos-da-geracao-y-estao-escolhendo-suas-casas-pensando-no-bem-estar-de-seus-animais/

 

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Como manipular um cachorro com dor?

Como manipular um cachorro com dor?

Muitas pessoas, quando vêem cães precisando de ajuda na rua, sentem vontade de ajudar dando uma assistência devida para o pet. No entanto, muitos têm medo de aproximar-se do animal, temendo ser mordido.

Os cães, assim como as outras espécies animais, quando possuem quaisquer desconfortos, tanto físicos quanto psicológicos, tendem a responder à aproximação de forma agressiva. É importante enfatizar que isso não é uma regra a ser seguida. Alguns animais não respondem violentamente, devido à índole ou a condições de saúde crítica no momento da abordagem, porém a pessoa que for aproximar-se, deve tomar alguns cuidados para que não ocorra nenhum tipo de acidente.

Os cães, ao contrário de outras espécies, possuem como defesa praticamente uma única “arma”: os seus dentes. Quando o animal domiciliado, ou mesmo de rua precisar, de socorro médico imediato, é importante que ao se aproximar do animal, não se tente logo entrar em contato físico com o cão. É importante que se observe, à distância, se há alguma lesão aparente no corpo do animal, como feridas, fraturas externas, entre outras. Os principais fatores que mais causam dor nos cães são: Fraturas ósseas, rompimento de tendões, luxações, dores abdominais e etc.

Antes de entrar em contato físico com o animal, o tutor ou a pessoa que for resgatar deve improvisar algum tipo de transporte para que o animal seja encaminhado para a clínica veterinária. Um tampo de madeira ou um lençol podem ser usados para improvisar uma maca, de modo que o seu corpo fique nivelado. Jamais suspenda o animal de forma desigual, pois isso pode ocasionar uma piora do quadro clínico.

O próximo, e mais importante passo, é a colocação da focinheira, para que não ocorra nenhum tipo de acidente. É nesse momento, quando a pessoa irá tentar aproximar-se do animal, a ocasião certa para perceber a reação do pet. Mesmo o animal não esboçando agressividade, é importante que a focinheira seja colocada. A colocação é bastante simples e deve ser feita de forma rápida e precisa. O tutor vai para trás do animal segurando nos dois pontos de amarração da focinheira, em seguida faz a colocação rápida e prende de forma segura. Em alguns modelos pode-se utilizar um nó. Quando não existe uma focinheira próxima, pode-se improvisar a amarração com cadarço de sapato ou tira de pano.

Depois de ter feito todas as etapas de segurança, deve-se aproximar o lençol ou o tampo de madeira, e com a ajuda de outra pessoa, faz-se a colocação do animal em cima da maca improvisada. É indicado que uma pessoa segure lateralmente no tórax e na cabeça e a outra pessoa no quadril. Caso o animal sinalize dor, deve-se procurar um local que não o incomode. O movimento de suspensão deve ser feito simultaneamente, de forma sincronizada.

Caso a pessoa que for resgatar, ou o tutor do animal, tiver acesso a uma luva de procedimento, deve calçá-la antes de manipular o animal. Essa prática é importante que seja feita tanto em animais de casa quanto de rua, pois ninguém sabe da moléstia que o animal apresenta no momento. Existem doenças que são classificadas como Zoonoses, e podem ser transmitidas para os seres humanos.

 

Fonte: http://portaldodog.com.br/cachorros/saude/como-manipular-um-cachorro-com-dor/

 

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12 passos para proteger seu pet do frio!

12 passos para proteger seu pet do frio!

O inverno ainda não acabou e assim como nós, humanos, cães e gatos sofrem com as temperaturas baixas. Eles se alimentam em maior quantidade, podem ser vítimas de vírus como o da gripe e serem afetados por problemas respiratórios, por exemplo. Veja abaixo 12 dicas especiais para você deixar o seu pet preparado para encarar o frio.

Na hora do banho:

1 – Escolher a hora mais quente do dia para dar banho.

2 – Em casa ou na pet shop, o banho deve ser dado com temperatura morna.

3 – Secar muito bem o seu pet, de preferência com secador de cabelos, para protegê-lo do frio e da umidade.

4 – Proteger bem os ouvidos da água para evitar otite (colocando algodão no ouvido durante o banho).

5 – Se o seu animalzinho não estiver muito sujo, optar pelo banho a seco (com produtos específicos para isso ou lenço umedecido) para prolongar a duração do banho.

Vamos passear:

6 – Ao passear com os cães em dias frios, opte por horários mais quentes, principalmente pela manhã e ao meio dia.

7 – Não deixar o animal tomar chuva ou ficar no vento frio.

8 – Colocar roupas quentes, principalmente em filhotes, cães e gatos de pelo curto e animais idosos.

9 – Para saber se eles estão com frio, perceba que as extremidades, como as patinhas e pontas das orelhas, estarão mais geladas.

Comer, comer!

10 – Assim como os demais membros da família, os pets também comem mais no inverno, não se assuste!

11 – Se o seu animalzinho estiver com problema de sobrepeso, converse com o veterinário sobre a adoção de uma ração menos calórica.

12 – A dica é que uma ração menos calórica seja misturada à ração comum.

 

 

Fonte: http://www.mapaa.org.br/12-passos-para-proteger-do-frio/

 

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Sinais de doenças cardíacas em pets

Sinais de doenças cardíacas em pets

O coração de um cachorro possui estrutura parecida com a do ser humano. Por isso, assim como em humanos, os pets necessitam de alguns cuidados e muita atenção a alguns sintomas, que podem indicar doença cardíaca. Problemas cardiovasculares possuem como fator determinante a idade: quanto mais idosos, mais frágeis ficam os animais. Pensando nisso, a médica veterinária da Nutriave, Ana Paula Có Lisboa, listou alguns sintomas clínicos que podem auxiliar no diagnóstico da doença e, principalmente, no tratamento precoce.

  • Tosse: a tosse é um sintoma comum de muitas doenças, mas é preciso ficar atento à junção dos outros sinais.
  • Fraqueza e isolamento: esses sintomas podem estar aliados a outros, como a perda de apetite e a mudança comportamental. Por isso, vale a pena ficar atento.
  • Problemas respiratórios: se houver a modificação no padrão de respiração do animal, é necessário acender a luz de alerta, pois doenças do coração causam dificuldade para respirar, falta de ar ou respiração acelerada.
  • Perda de apetite: a falta de apetite do cão ou gato é um sintoma comum de muitas doenças, no entanto, associado a outros fatores, torna-se determinante para o diagnóstico da doença cardíaca.
  • Mudança comportamental: indisposição para brincar, cansaço e semblante deprimido também são pequenos sinais que podem indicar uma doença cardíaca. Permaneça sempre em alerta para as mudanças de comportamento do seu pet.
  • Alteração no peso: quando o pet perde muito peso repentinamente, é preciso levá-lo ao veterinário, pois pode ser sinal de uma doença cardíaca já em desenvolvimento. Da mesma forma, o falso ganho de peso, atribuído pelo excesso de líquido retido, devido à insuficiência cardíaca, também é um sinal de alerta para o dono e, quando associado a outros sintomas, podem auxiliar na identificação da doença.
  • Inquietação: a dificuldade em dormir e a inquietação também podem indicativos de doença cardíaca, já que dão sinal de que o pet está sentindo algum incômodo.
  • Perda de consciência: desmaios são sinais graves, mesmo que temporários. Nesses casos, é primordial levar o pet ao médico veterinário imediatamente, pois pode ser sinal de muitas doenças graves.
  • Sintomas graves: inchaços no abdômen (edemas), nas extremidades do corpo e acúmulo de líquido nos pulmões são sintomas sérios e precisam ser acompanhados de perto por um médico veterinário.

É importante destacar que qualquer modificação na rotina do dia a dia do animal deve ser identificada e anotada, para informar ao médico veterinário. Assim, o pet pode realizar os exames necessários e receber o tratamento com antecedência, prevenindo o agravamento da doença.

 

Fonte: http://www.folhavitoria.com.br/geral/blogs/petblog/2017/06/23/sinais-de-doencas-cardiacas-em-pets/

 

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Produtos de limpeza podem causar alergia em pets

Produtos de limpeza podem causar alergia em pets

Que os pets não estão livres do risco de alergias, muita gente sabe. Mas quantas pessoas estão cientes de que os produtos de limpeza usados comumente em casa podem ser o motivo de alguns incômodos que os animais sentem?

Apesar de normalmente inofensivos aos humanos e, por isso, serem usados com frequência na limpeza dos ambientes, alguns produtos de limpeza não são indicados para a higienização de áreas em que os pets circulam. Muitas vezes, o animal começa a apresentar sintomas como lesões de pele, vermelhidão, inchaço, falhas na pelagem e coceiras freqüentes – que podem indicar alergias –, e os tutores não se atentam para a possibilidade de que algum produto que está sendo usado na casa esteja desencadeando o quadro.

A alergia pode estar relacionada tanto a cheiros muito fortes quanto pela composição do produto. Há algumas substâncias para evitar ao máximo: ácido bórico, peróxido de sódio, sulfúrico, fosfórico, silicato de sódio, óxido de cálcio, amônia, cloro, hipoclorito de sódio, treitanolamina, hidróxido de sódio e potássio, clorídrico e oxálico, sulfúrico e bissulfeto de sódio.

Como não é tão simples, no dia a dia, saber a composição de cada produto que estamos acostumados a usar, uma solução bem viável é optar por produtos de limpeza pet friendly, que já são encontrados com facilidade em pet shops e até em supermercados com boas sessões de pets. A veterinária Ana Paula Có Lisboa, da Nutriave Alimentos, indica os produtos e alguns outros procedimentos visando o cuidado com a limpeza. “O indicado é utilizar desinfetante pet, que elimina bactérias, fungos, vírus e cistos de vermes. Esse tipo de produto normalmente pode ser diluído e utilizado sem problemas na limpeza da casa. Além disso, é importante atentar-se à limpeza da cama e dos cobertores dos pets, lavá-los com sabão neutro ou de coco e colocar no sol pelo menos uma vez na semana”, afirma.

Portanto, se você já identificou no pet alguma dermatite ou mesmo alterações que estejam dando sinais de algo errado com sua saúde – como prostração ou mudança nos hábitos alimentares -, é hora de procurar o veterinário e examinar a fundo as possíveis causas. E na dúvida, opte por colocar os bichinhos em contato somente com produtos aprovados para eles e abrir mão dos alvejantes, desinfetantes e sabões utilizados normalmente. É a melhor maneira de protegê-los de alergias! 😉

Fonte: http://www.folhavitoria.com.br/geral/blogs/petblog/2017/06/13/produtos-de-limpeza-alergia-pets/

 

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Vez das creches para cachorro

Vez das creches para cachorro

A venda de produtos e serviços para animais de estimação fatura pelo menos 19 bilhões de reais por ano no Brasil. O mercado não escapou do vendaval que sacudiu a economia nacional no ano passado: o crescimento de 5,7% no faturamento foi o menor desde 2010. Ainda assim, empreendedores têm apostado em novos modelos de negócio. Entre eles, estão as creches, conhecidas como Day Cares, uma nova fatia do segmento pet especializada no cuidado de cachorros de pequeno, médio e grande porte. Na Zona Sul de São Paulo, uma delas deve faturar 2,5 milhões em 2017. A Golden Pet Day Care, idealizada pelos sócios André Faim e Anderson Luz, recebe cerca de trinta animais por dia e abriu as portas em julho de 2016.

O crescimento do empreendimento de Faim e Luz faz parte um fenômeno detectado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): o Brasil conta com cerca de 132,4 milhões de cachorros, gatos, aves, peixes e répteis domésticos – os cães estão em 44,3% dos domicílios, uma média de 1,8 por casa. Por isso, a dupla decidiu investir 400.000 reais para colocar a creche animal de pé no bairro do Campo Belo.

Na avaliação dos empresários, muitos donos de cachorro não têm tempo para dar atenção ao animal diariamente. Consequentemente, as Day Cares apareceram como uma solução, especialmente para aqueles que moram em apartamento. “Conseguimos receber até sessenta cachorros por dia. Na primeira vez pedimos que o pet faça um dia de adaptação para que possa conviver no novo ambiente”, conta Faim.

Tudo começou em 2010, quando Faim, então cliente da Golden Pet Store, na Vila Mariana, detectou uma oportunidade de expansão do negócio dirigido pela veterinária Marisa Bittante. Segundo ele, que na época trabalhava como analista de investimentos no banco Morgan Stanley, há uma enormidade de pet shops no Brasil, mas poucas conseguem manter as portas abertas ou expandir os negócios por falta de gestão e capacidade de investimento.

Desde então, com a parceria de Luz, sócio da Mont Capital, a Golden Pet Store opera ao lado da Golden Pet Day Care em uma rede de serviços que inclui suprimentos alimentares, acessórios, cuidados veterinários, day care e hospedagem para os animais em finais de semana e feriados. As diárias ficam em torno dos setenta reais na creche e 120 reais no pacote do hotel. “Temos um grande trunfo em nossa divulgação nas redes sociais. Nossa página tem mais de um milhão de seguidores, o que contribui muito para consolidar a marca Golden Pet”, comemoram os sócios.

A possibilidade de oferecer um serviço de creche e hospedagem para cachorros também inspirou Cristiano Catropa e Vania Telles. Criadores da raça Pastor de Shetland há mais de vinte anos, eles viram a oportunidade de oferecer o serviço de Day Care aos clientes do canil, em 2014. A primeira unidade do serviço foi inaugurada na Avenida Pacaembu. No ano passado, eles se mudaram para uma casa maior, na mesma rua. Em média, são cerca de 50 cachorros por dia.

“O movimento maior da Day Care é de segunda a sexta. Nos finais de semana, os donos querem aproveitar a companhia do cão”, explica Catropa. As diárias variam entre 30 e 80 reais de acordo com a frequência. O hotel, que atende principalmente nos finais de semana e feriados fica em um sítio de 3 mil metros quadrados no município de Mariporã. Os pacotes partem de 70 e podem chegar a 150 reais.

Sócios de empresas como Golden Pet Day Care e Holiday Pet colocam na conta o risco de investir neste mercado. No caso das pet shops, a taxa de insucesso é grande: pelo menos 80% delas fecham as portas antes de completar um ano, de acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet).

Segundo José Edson Galvão de França, presidente-executivo da entidade, o setor deve andar de lado em 2017. Conforme França, um dos principais prejudicados é o setor de serviços, que representam uma fatia de 16% do segmento. Ele explica que, ao cortar as despesas, as famílias devem gastar menos com acessórios e luxos como banho e tosa. Além disso, a parte de alimentação, que representa 67,5% do setor, também foi afetada. “Os donos de animais agora buscam rações mais simples e evitam as opções consideradas premium”, pontua França.

Os cortes, evidentemente, têm limite. De acordo com Catropa, os donos de animais de estimação se preocupam cada vez mais com a qualidade de vida dos bichinhos. Por isso, novos nichos de mercado, como o dos cuidados diário, continuam surgindo. Na Golden Pet, Faim e Luz planejam uma nova etapa de expansão da empresa, com uma linha de produtos de luxo que será vendida através de um pacote de assinatura mensal. “É um programa de fidelidade no qual o assinante receberá todo mês um kit com diversos itens para o cachorro”, comenta Luz. Com crise ou sem crise, o mercado pet vai continuar crescendo, e se sofisticando.

Fonte: http://exame.abril.com.br/pme/a-vez-das-creches-para-cachorro/

 

 

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Inverno para pets: respostas a algumas perguntas comuns

Inverno para pets: respostas a algumas perguntas comuns

É hora de tirar os agasalhos do fundo do armário, em preparação para a estação mais fria do ano. Ainda que nossa região não sinta de maneira tão abrupta como em outros locais do Brasil e do mundo as quedas da temperatura com a chegada do inverno, há sim mudanças relacionadas ao clima que podem afetar tanto humanos quanto os pets. Mas para não cair na desinformação e acabar perpetuando algumas ideias que nem sempre são do jeito que comumente ouvimos falar, que tal revermos algumas dúvidas comuns sobre o inverno para os bichinhos?

Meu pet estará mais propenso a doenças nessa época?

O inverno é, efetivamente, uma estação mais propensa àquelas doenças típicas das baixas temperaturas. Por isso, é importante preparar os pets para passarem pela estação com um bom estado imunológico e condição corporal, principalmente colocando as vacinas e vermífugos em dia. No caso de filhotes e idosos (menos resistentes que os pets adultos), portadores de doenças crônicas e algumas outras doenças específicas (como leucemia felina ou imunodeficiência, cardiopatias ou doenças do aparelho locomotor), o alerta deve estar ainda mais ligado durante o período, já que o frio pode agravar os quadros.

Sintomas parecidos com o da gripe a que estamos habituados também devem ser observados nos amigos: tosse, coriza, dificuldade para respirar, febre, cansaço… Algumas das doenças mais recorrentes no inverno são: traqueobronquite infecciosa canina, bronquite e rinotraqueíte felina, cinomose, doença do trato urinário interior felino (DTUIF) e artrose/artrite.

Devo parar de tosá-lo?

Como sabemos, a pelagem não está nos pets à toa – ela é um ótimo isolante térmico natural. Justamente por ser natural, médicos veterinários em geral recomendam evitar durante os dias mais frios as tosas muito baixas, que retirarão a proteção do próprio corpo. Mas vale lembrar que as tosas higiênicas são importantes para manter a limpeza em dia, principalmente para os cães mais peludos, portanto considere não abrir mão delas.

Preciso oferecer mais comida?

Muita calma nessa hora! É comum que os tutores, mesmo não mal intencionados, ofereçam mais comida que o necessário para os bichos, e no inverno isso pode se intensificar. O fato é que o frio pode até pedir, sim, uma adaptação metabólica e corporal, mas isso vale para locais e dias muito frios e exposição efetiva, quando é necessário um maior consumo energético para preservar a temperatura corporal (daí a importância de um pet bem alimentado). Mas em geral, isso não é motivo para exagerar no fornecimento de alimentos, especialmente nas regiões tropicais – a obesidade é um problema sério que precisa ser evitado.

Posso usar roupinhas e sapatinhos para aquecê-los?

Esse assunto pode ser um pouco polêmico. Na dúvida, o ideal é fazer o que sente ser mais apropriado para o seu pet, acompanhando bem de perto como ele se sente com as roupinhas ou os sapatos. Há cães e gatos que não aguentam um minuto sequer com as roupas; nesse caso, não vale a pena causar o desconforto. Mas se o seu pet tem pelagem curta e lida bem com o acessório, pode ser útil colocar, em dias bem frios, um look confortável nele (evite lã e tricô e verifique bem se as costuras não estão muito apertadas no pescoço e patas).

Já com relação aos sapatinhos e meias, há quem diga que não são uma boa ideia. As patas dos cachorros possuem o formato e características que os pets precisam e, de forma geral, pode não ser proveitoso para eles “vedar” o contato das patas com as superfícies, já que sua própria anatomia é pensada para que o cão suporte o contato com o solo – a falta do contato pode inclusive atrapalhar seu equilíbrio. As patas estão relacionadas não somente com os passos: você sabia que os pets também transpiram pelos coxins, as “almofadinhas” localizadas nas patas? Por tudo isso, talvez não seja interessante tampar a região, a não ser que haja uma situação específica em que a vedação possa ser útil.

Paro de passear com ele?

As caminhadas são a melhor maneira de, junto com uma alimentação balanceada, evitar a obesidade e ainda ajudar com ansiedade, agitação e estresse. Se o dia não for de chuva, não há por que privar os cães de passeios, nas horas mais amenas do dia.

Com a chegada do friozinho, considere reforçar a cama dos cães e gatos com tecidos quentinhos e até mesmo colocar um revestimento de borracha ou um estrado entre a cama e o chão. Chame-o para entrar debaixo das cobertas de vez em quando. Se ele estiver com frio, vai adorar! ⛄️

 

Fonte: http://www.folhavitoria.com.br/geral/blogs/petblog/2017/06/20/inverno-para-pets/

 

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